Medidas de austeridade atingem espanhóis

Medidas de austeridade atingem espanhóis

Primeiro foi Portugal, agora é o Governo do país vizinho a aprovar um plano de fortes medidas de austeridade, com efeitos imediatos desde já. Contudo, ao contrário do que aconteceu na Assembleia da República, o Parlamento espanhol aprovou “à tangente” o diploma.

O documento onde constam as respostas do Poder Central dos “nuestros hermanos” para ultrapassar a crise económica que o país atravessa, recebeu aval positivo apenas devido à abstenção da bancada parlamentar dos nacionalistas catalães, que deixaram assim passar a moção com 169 votos a favor e 168 contra, tendo as posições favoráveis sido provenientes somente dos deputados da maior força política espanhola actualmente no poder, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE).

Do lado da abstenção, o fundamento da (não) acção dos 11 nacionalistas catalães é «sentido de responsabilidade que é necessário demonstrar», razão que está na base da atitude dos membros do Convergència i Unió (CiU), que deixaram passar o diploma onde se aprova o plano de austeridade a aplicar para o acabar com défice e controlar as contas públicas, a fim de «evitar uma situação económica semelhante à Grécia», sublinha o representante do CiU.

O maior partido da oposição, o Partido Popular (PP), justifica a rejeição do documento apresentado pelo facto de se tratar «de um plano improvisado e injusto», que é, de resto, a mesma opinião do Partido Nacional Vasco (PNV), cujo sentido de votação foi igualmente a desaprovação.

Embora os representantes nacionalistas catalães tenham decidido abster-se quanto à decisão de passar ou não as medidas de austeridade, o secretário-geral do CiU sublinha que o Orçamento de Estado para 2011 (OE) não será apoiado. Josep Antoni Duran i Lleida frisa ainda que os catalães não voltam atrás no conselho já dado ao primeiro-ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, que segundo a "Unió", deve convocar eleições antecipadas no próximo ano.

rtugal, agora é o Governo do país vizinho a aprovar um plano de fortes medidas de austeridade, com efeitos imediatos desde já. Contudo, ao contrário do que aconteceu na Assembleia da República, o Parlamento espanhol aprovou “à tangente” o diploma.

O documento onde constam as respostas do Poder Central dos “nuestros hermanos” para ultrapassar o défice e crise económica que o país atravessa, recebeu aval positivo apenas devido à abstenção da bancada parlamentar dos nacionalistas catalães, que deixaram assim passar a moção com 169 votos a favor e 168 contra, tendo as posições favoráveis sido provenientes somente dos deputados da maior força política espanhola actualmente no poder, o Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE).

Do lado da abstenção, o fundamento da (não) acção dos 11 nacionalistas catalães é «sentido de responsabilidade que é necessário demonstrar», razão que está precisamente na base da atitude dos membros do Convergencia i Unio (CiU), que deixaram passar o diploma onde se aprovam medidas de austeridade a aplicar para o controlo das finanças públicas, a fim de «evitar uma situação económica semelhante à Grécia», sublinha o representante do CiU.

O maior partido da oposição, o Partido Popular (PP), justifica a rejeição do documento apresentado pelo facto de se tratar «de um plano improvisado e injusto», que é, de resto, a mesma opinião do Partido Nacional Vasco (PNV), cujo sentido de votação foi igualmente a desaprovação.

Embora os representantes nacionalistas catalães tenham decidido abster-se quanto à decisão de passar ou não o plano de austeridade, o secretário-geral do CiU sublinha que o Orçamento de Estado para 2011 (OE’11) não será apoiado, assim como os catalães não retiram o conselho dado ao primeiro-ministro, José Luis Rodríguez Zapatero, que deve convocar eleições antecipadas no próximo ano.

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